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	<title>Som e Imagem &#187; Joana Maltez</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>O som de Hitchcock &#8211; 1º draft</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 15:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joana Maltez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A introdução do som no cinema foi algo que por um lado nos facilitou, de certa forma, a leitura das imagens, mas que por outro nos veio permitir a construção e modelação de atmosferas e a alteração dos sentidos de quem observa. Hitchcock é um exemplo de alguém que utiliza o som como uma [...]]]></description>
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<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">A introdução do som no cinema foi algo que por um lado nos facilitou, de certa forma, a leitura das imagens, mas que por outro nos veio permitir a construção e modelação de atmosferas e a alteração dos sentidos de quem observa.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Hitchcock é um exemplo de alguém que utiliza o som como uma nova dimensão de expressão. Interessa-se em encontrar formas de incorporar a música, construindo a partir delas histórias, sendo que desta forma ele consegue manipular melhor a audiência  e controlar as suas reacções. Assim, o som será uma forma de conseguir prender e controlar o espectador, mas também de fazer com que este entre na mente das personagens e acabe por se rever nelas.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Nos filmes <em>Blackmail</em> e <em>Murder</em> revela a experimentação do som como tentativa de transmitir os sentimentos e emoções das personagens, apesar da mesma técnica também acabar por ter um outro lado, uma vez que pode ser vista como um truque, deixando de parte os sentimentos da audiência.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Nos anos 40 e 50 o realizador preocupa-se em apresentar coisas através de uma visão distorcida das próprias personagens. Isto verifica-se no filme <em>Rebecca</em> (1940) em que a história é apresentada através do olhar da protagonista e, também, no filme <em>Rear Window</em> (1954) em que o espectador é direccionado para aquilo que a personagem vê da sua janela.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">O realizador usa o som de uma forma mais que criativa, sobretudo expressiva, sempre com a preocupação de criar tensão. Por som também se entende o silêncio que é tão importante como o resto da sua linguagem sonora para transmitir as suas intenções. Este aspecto é importante porque como qualquer profissional que trabalhe o som ele entende a pausa como um elemento inerente à própria linguagem sonora. Nota-se que em todos os filmes o som é uma linguagem tão complexa e presente como a própria narrativa.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Posto isto, o meu trabalho irá abordar a utilização do som por Hitchcock, sendo que apesar de terem ocorrido várias transformações no seu estilo interpretativo, as suas temáticas de interesse foram constantes, tendo sido um dos seus alvos de interesse a questão sonora, em que se incluem elementos como o silêncio ou o grito.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Blibliografia:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">-WEIS, Elisabeth. <em>The Silent Scream &#8211; Alfred Hitchcock&#8217;s Sound Track. </em>Dickinson University Press,  1982</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">-JULLIER, Laurent. </span></span><em><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">El sonido en el cine</span></span></em><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">. Barc</span></span><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">elona: Editorial Paidós, 2007</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">-GRILO, João Mário. </span></span><em><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">As lições do Cinema. Manual de Filmologia</span></span></em><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">. Lisboa: Edições Colibri, 2007.</span></span></p>
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