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	<title>Som e Imagem &#187; desousapereira</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>Draft &#8211; 2001 Odisseia no espaço</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 12:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>desousapereira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a disciplina de Som e Imagem escolhi como objecto de estudo o filme “2001 – Odisseia no espaço” de Stanley Kubrick. Esta obra-prima de Kubrick revela, de certa forma, os mistérios da condição humana. Desde o aparecimento da consciência, ao domínio técnico das ferramentas e mesmo ao rumo que tomámos enquanto seres humanos. Tudo isto nos é dado como enredo, como as questões centrais do filme. No fundo, mesmo depois de ver o filme, a dúvida perdura: Quem somos, de onde vimos, para onde vamos?</p>
<p>Esta obra-prima da ficção ciêntifica realizada em 1968 tenta trazer à mente do espectador as mais grandiosas questões da Humanidade. Embora muita gente o considere um génio, Kubrick apenas se limitou às questões próprias levantadas pela Ciência na época. “2001 – Odisseia no Espaço” tornou-se um clássico, mas à parte das pertinentes questões que levanta, é a relação entre o som e a imagem que lhe confere a mais do que reconhecida força argumentativa que sustenta a sua grandiosidade. A genialidade deste filme não reside no conhecimento ciêntifico que contém, mas sim nas capacidades de Kubrick como realizador cinematográfico. Daí que, o termo ficção cientifica se lhe aplique muito bem. È assim – tentando retirar o significado de ordem mais espirutual que este filme possa eventualmente conter, que parto para uma análise cuidada da relação entre som e imagem, relacionando com os textos de Michel Chion e Laurent Jullier para uma análise mais objectiva das situações e suas intensões, e tentando perceber o que Gene Youngblood tenta dizer com “2001: The new nostalgia”. Em “expanded cinema” o autor parece apontar alguns erros cinematográficos e mesmo conceptuais.Neste sentido, também será pertinente tentar perceber de que forma este filme estará mais ligado às artes plásticas do que ao habitual mercado Hollywoodesco. Para esta análise, é necessário ter em conta a especificidade de cada cena, que artificios foram utilizados e com que propósito, para então perceber qual o seu papel na leitura do total.</p>
<p><strong> BIBLIOGRAFIA: </strong></p>
<p>JULLIER, Laurent, <em>El sonido en el cine</em>, Barcelona, Editorial Paidós, 2007 (Le son au cinéma, Paris, Cahiers du cinéma, 2006).</p>
<p>YOUNGBLOOD, Gene (1970), <em>Expanded cinema</em>, New York, E.P.Dutton &amp; Co.</p>
<p>CHION, Michel (1990), <em>Audio-vision</em>, Paris, Éditions Nathan (trad. e edi. ingl. de Claudia Gorbman, Audio-vision: sound on screen, New York: Columbia University Press, 1994).</p>
<p>CHION, Michel ,<em>The Voice in Cinema</em></p>
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