<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Som e Imagem &#187; Samanta Correia</title>
	<atom:link href="http://ml.virose.pt/blogs/si_11/?author=20&#038;feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ml.virose.pt/blogs/si_11</link>
	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Jul 2011 23:12:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
		<item>
		<title>“Surgimento do som no cinema: Uma lei de menor esforço? Ou um meio para causar mais impacto no obsevador?”.</title>
		<link>https://ml.virose.pt/blogs/si_11/?p=286</link>
		<comments>https://ml.virose.pt/blogs/si_11/?p=286#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 May 2011 23:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samanta Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ml.virose.pt/blogs/si_11/?p=286</guid>
		<description><![CDATA[Para o trabalho final da disciplina de Som e Imagem, pretendo abordar algumas questões referentes à introdução do som no cinema. Com isto, o título que pretendo utilizar será: “Surgimento do som no cinema: Uma lei de menor esforço? Ou um meio para causar mais impacto no obsevador?”. Para começar, a introdução do filme nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o trabalho final da disciplina de Som e Imagem, pretendo abordar  algumas questões referentes à introdução do som no cinema. Com isto, o  título que pretendo utilizar será: “Surgimento do som no cinema: Uma lei  de menor esforço? Ou um meio para causar mais impacto no obsevador?”.</p>
<p>Para começar, a introdução do filme nas artes veio a mudar em muito o  modo como os artistas abordavam as suas obras. Devido a essa novidade,  os artistas já tinham a possibilidade de melhor documentar as suas  próprias obras, criar arquivos das mesmas e, igualmente, usar o filme  como uma obra de arte. Dito isto, o som veio ainda melhorar o modo como o  artista se relaciona com a sua obra.</p>
<p>Com a introdução do som, o artista podia jogar com as convenções  comuns à altura, como por exemplo, se no filme víssemos alguém dentro de  uma casa já poderíamos ouvir um ambiente diferente, como o som da rua  ou de outro compartimento da casa. Isto é, os artistas faziam recurso a  vozes acusmáticas e, com este jogo de som ou sons, já poderiam  representar situações que o próprio artista achasse que devessem causar  mais impacto, de forma a criar no espectador sensações mais fortes.</p>
<p>Tendo isso em conta, não terá o som surgido como um meio a facilitar a  leitura das imagens que observávamos, enquanto decorria uma acção? Ou  terá surgido como modo de causar sensações mais fortes e acentuar  algumas das imagens observadas? A meu ver, ambas estão interligadas e  relacionadas com outros factores, como o facto de o som ser usado para  chamar a atenção de um grande número de pessoas de modo a tornar a obra  num sucesso comercial. É claro que existem muitas excepções. Grande  parte dos artistas plásticos não visa a comercialização em massa das  suas obras e visam somente a criação de experiências entre som e imagem  de modo a mexer com os sentidos de quem observa. Porém, os cineastas já  têm em mente a comercialização, logo poucos não pensarão assim e, com  surgimento do som no cinema, facilitando a “leitura” das suas obras,  foram chamando a atenção do observador e com isso a adesão aos filmes  sonoros tornou-se um “vírus”. Não digo também que este tipo de artistas  só visem a comercialização, como já disse anteriormente, existem uns  quantos que não o fazem. Também existem artistas que querem trabalhar o  som de forma mais “abstracta”, jogando com sons e fazendo as suas  próprias experiências. Muitos querem realçar algumas cenas de modo a  torná-las mais dramáticas e recorrem ao som de modo a criar esse efeito.</p>
<p>O aparecimento do som no cinema facilitou a leitura das imagens e, de  certo modo, tornou-nos mais preguiçosos nesse campo, na medida em que  poderíamos imaginar a voz ou o som da acção que estava a decorrer  perante nós, assim como poderíamos imaginar a o tom do som emitido.  Apesar disso, podemos, agora, retirar o som de um filme com a finalidade  de tentar criar esse mesmo efeito, mas maior parte das pessoas ignoram  essa possibilidade e preferem ter som a acompanhar um filme. Para além  dessa facilidade de leitura o som trouxe e aumentou o campo de  possibilidades de experiências, como o recurso à voz acusmática e ao  “screaming point”, dos quais irei fazer referência no trabalho final,  tendo em conta a sua importância no cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E. Sergei, P. Vsevolod e A. Grigori (2009) <em>Manifesto Contrapunto Sonoto</em></p>
<p>Disponível em:<br />
<a href="http://elllla.files.wordpress.com/2009/06/manifesto-contrapunto-sonoro.pdf">http://elllla.files.wordpress.com/2009/06/manifesto-contrapunto-sonoro.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C. Michel (…) <em>The voice in the cinema</em></p>
<p>Disponível em:</p>
<p><a href="../../?page_id">http://ml.virose.pt/blogs/si_11/?page_id</a>=2</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>G. João Mário (…)  <em>A Percepção Sonora</em></p>
<p>Disponível em:</p>
<p><a href="../../?page_id=2">http://ml.virose.pt/blogs/si_11/?page_id=2</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://ml.virose.pt/blogs/si_11/?feed=rss2&#038;p=286</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
