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	<title>Som e Imagem &#187; RuiAlmeida</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>A música no cinema</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 21:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RuiAlmeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde os primórdios que a música acompanha o cinema, ilustrando ou até completando a imagem. Mesmo durante a época dos chamados “filmes mudos”, que já aqui eram acompanhados por música de uma orquestra ou de um piano ao vivo durante a sessão. Ou seja, cada frame teve, quase sempre, associado a ele um som ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana">Desde os primórdios que a música acompanha o cinema, ilustrando ou até completando a imagem. Mesmo durante a época dos chamados “filmes mudos”, que já aqui eram acompanhados por música de uma orquestra ou de um piano ao vivo durante a sessão. Ou seja, cada frame teve, quase sempre, associado a ele um som ou uma nota musical, tornando esta relação entre música/som e imagem na génese do cinema.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana">Até meados da década 20, o cinema foi marcado pela ausência da voz como som. Este aparecia escrito na tela o que obrigava ao espectador ler, ou seja, “ouvir um filme era sobretudo vê-lo” (João Mário Grilo, 2007). Esta ausência do som fez com que a música, nesta altura, tivesse o papel de complementar a imagem, marcando o ritmo da acção. O som é aqui empático pois adequa-se à imagem, seja na parte rítmica, seja na parte emotiva.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana">A música também trouxe ao cinema a possibilidade de trazer à imagem algo fora dela (“En este momento la música funciona como una extensión del fuera de campo, evocando algo que no se encuentra en la imagen”, Laurent Jullier). Se por um lado, ao ouvirmos certa música num filme podemos associá-la às nossas próprias imagens, as nossas vivências, por outro, a desadequação da música relativamente à acção pode transformar/mudar por completo a imagem, alterando a percepção que temos sobre esta.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana">Dito isto, pretendo fazer uma pequena retrospectiva da utilização da música no cinema e reflectir sobre as consequências da sua utilização.</span></p>
<p style="text-align: left">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana">Rui Daniel Sousa Almeida</span></p>
<p style="text-align: left"><strong><span style="font-family: Verdana">Bibliografia:</span></strong></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"><a href="http://www.filmsound.org/" target="_blank">www.filmsound.org</a></span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana">Laurent Jullier, “El Sonido en el Cine”</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana">Rick Altman, “Sound Theory, Sound Practice”</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana">João Mário Grilo, “A Percepção Sonora”</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="text-align: left">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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