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	<title>Som e Imagem &#187; paulobrunoosorio</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>Som Acusmático</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 15:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulobrunoosorio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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<p lang="pt-PT">Na resposta a proposta da disciplina de Som e Imagem tenho com objectivo abordar o Som Acusmático.</p>
<p lang="pt-PT">&nbsp;</p>
<p lang="pt-PT">O Som Acusmático é o som que ouvimos  sem que percebamos a fonte de origem, ou seja, algo que ouvimos sem saber de onde provem.</p>
<p lang="pt-PT">Foi isso que me fez escolher este tema, a ideia de poder trabalhar sobre som da qual se desconhece a  origem. No fundo a criação de uma situação de mistério onde nos interrogamos sobre qual será o aspecto da personagem.</p>
<p lang="pt-PT">No entanto, esta ideia pode, também, ser sugerida pelo som de rádio, disco ou mesmo telefone, onde todos transmitem o som mas não se consegue ver o seu emissor. Estes são mais conhecidos por Media Acusmáticos.</p>
<p lang="pt-PT">&nbsp;</p>
<p lang="pt-PT">Esta ideia pode levar a dois tipos de trajectos.</p>
<p lang="pt-PT">O Som Acusmático pode ser imediatamente visualizado e depois ser acusmatizado, ou seja, somos confrontados com uma imagem inicial precisa que nos explica a origem daquela fonte sonora, mas que com o desenrolar  do filme é retirada. Uma das situações em que é possível verificar esta questão é na cena da campainha do eléctrico presente no filme “Fugiu um condenado à Morte” de Bresson.</p>
<p lang="pt-PT">&nbsp;</p>
<p lang="pt-PT">Por outro lado, o som pode ser inicialmente acusmatizado e depois visualizado pelo espectador, sendo, assim, preservado o mistério até ao limite, ou seja, a fonte sonora é ocultada e só é revelada quando já não é possível resguardá-la.</p>
<p lang="pt-PT">&nbsp;</p>
<p lang="pt-PT">Normalmente estas situações encontram-se presentes nos filmes de mistério e sempre acompanhando o vilão. Odile Latrére detectou que os “vilões” são acompanhados na sua entrada pelo som e só depois do som é que se tornam visíveis. Um dos exemplos é a entrada dos intrusos em a “Violência e Paixão” de Visconti.</p>
<p lang="pt-PT">&nbsp;</p>
<p lang="pt-PT">Em “M” um filme de Fritz Lang, encontramos uma historia de uma assassino de crianças que é procurado tanto pela policia como pela mafia da cidade.</p>
<p lang="pt-PT">Este filme tem uma relação muito forte entre som e imagem, a sua compreensão torna-se essencial para se perceber o filme.</p>
<p lang="pt-PT">Logo de inicio vemos um grupo de crianças a cantar, no entanto, há uma transição para um plano onde  nos são mostradas as mães a conversar. Apesar de as crianças saíram da imagem percebe-se que estão presentes, pois consegue-se ouvi-las a cantar no átrio. Pode-se ter em conta este exemplo, mas o filme não é marcado apenas por esta cena, mas sim pelo assobio do assassino. Assobio este que é reconhecido por um cego que vende balões e o denuncia. Mais uma vez estamos perante  uma fonte sonora que possui uma forte carga de mistério, pois não se sabe quem é o assassino, mas facilmente se constrói a sua ligação ao assobio.</p>
<p lang="pt-PT">&nbsp;</p>
<p lang="pt-PT">Bibliografia</p>
<p lang="pt-PT">CHION, Michel . “A 	Audiovisão- Som e imagem no cinema” , Edições Texto e Grafia, 	2011</p>
<p lang="pt-PT">http://www.filmsound.org/chion/acous.htm</p>
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