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	<title>Som e Imagem &#187; apalma</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>Le point de cri &#8211; primeiro draft</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 22:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apalma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de explorar o som num género de filme específico, o terror. O plano era focar-me em filmes de terror realizados por mulheres pois interessava-me explorar a ideia de que na maioria dos mais conhecidos filmes de terror o papel da mulher é, bem, gritar, e de como as coisas por vezes se invertem quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de explorar o som num género de filme específico, o terror.</p>
<p>O plano era focar-me em filmes de terror realizados por mulheres pois interessava-me explorar a ideia de que na maioria dos mais conhecidos filmes de terror o papel da mulher é, bem, gritar, e de como as coisas por vezes se invertem quando a pessoa por trás da produção é uma mulher.</p>
<p>Como menciona o artigo WOMEN IN HORROR na revista Roland, “Pensa Terror. Pensa Homem.” Basicamente as mulheres nos filmes de terror estão a gritar nos braços do namorado, são ou pequenas vítimas muito sexualizadas ou violentas cúmplices novamente muito sexualizadas e em certos casos os filmes chegam a ter uma certa nuance pornográfica. É um género estereotipadamente masculino.</p>
<p>O que não é de admirar porque desde que o cinema descobriu “a mulher a gritar”, ela tem sido explorada até ao limite. Chion chama-lhe “the screaming point” e define-o como algo que jorra da boca de uma mulher, embora nem se quer precise de ser ouvido, e que acontece num determinado momento da acção, numa convergência de enredos ou no final de uma qualquer trajectória para conseguir neste momento o máximo de impacto.</p>
<p>E porque tudo culmina com um grito Chion relaciona-o com o orgasmo feminino, um grito de um homem não teria o mesmo impacto, seria como o Tarzan, um grito de domínio e de virilidade enquanto que o choro de uma mulher é mais humano. O grito de um homem delimita o território, o grito de uma mulher evoca o ilimitado.</p>
<p>Analisando diversos filmes queria tentar descobrir se uma perspectiva feminina sobre um filme de terror vai alterar esse ponto do grito defendido por Chion, ao alterar a personagem e o papel da mulher no filme.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>Chion, Michel – The voice in  cinema</p>
<p>Roland – The ICA’s Magazine Issue 9 February-May 2011-05-02</p>
<p>&nbsp;</p>
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