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	<title>Som e Imagem &#187; Samanta Correia2</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>Proposta de trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 22:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samanta Correia2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o trabalho final da disciplina de Som e Imagem, pretendo abordar algumas questões referentes à introdução do som no cinema. Com isto, o título que pretendo utilizar será: “Surgimento do som no cinema: Uma lei de menor esforço? Ou um meio para causar mais impacto no obsevador?”. Para começar, a introdução do filme nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o trabalho final da disciplina de Som e Imagem, pretendo abordar algumas questões referentes à introdução do som no cinema. Com isto, o título que pretendo utilizar será: “Surgimento do som no cinema: Uma lei de menor esforço? Ou um meio para causar mais impacto no obsevador?”.</p>
<p>Para começar, a introdução do filme nas artes veio a mudar em muito o modo como os artistas abordavam as suas obras. Devido a essa novidade, os artistas já tinham a possibilidade de melhor documentar as suas próprias obras, criar arquivos das mesmas e, igualmente, usar o filme como uma obra de arte. Dito isto, o som veio ainda melhorar o modo como o artista se relaciona com a sua obra.</p>
<p>Com a introdução do som, o artista podia jogar com as convenções comuns à altura, como por exemplo, se no filme víssemos alguém dentro de uma casa já poderíamos ouvir um ambiente diferente, como o som da rua ou de outro compartimento da casa. Isto é, os artistas faziam recurso a vozes acusmáticas e, com este jogo de som ou sons, já poderiam representar situações que o próprio artista achasse que devessem causar mais impacto, de forma a criar no espectador sensações mais fortes.</p>
<p>Tendo isso em conta, não terá o som surgido como um meio a facilitar a leitura das imagens que observávamos, enquanto decorria uma acção? Ou terá surgido como modo de causar sensações mais fortes e acentuar algumas das imagens observadas? A meu ver, ambas estão interligadas e relacionadas com outros factores, como o facto de o som ser usado para chamar a atenção de um grande número de pessoas de modo a tornar a obra num sucesso comercial. É claro que existem muitas excepções. Grande parte dos artistas plásticos não visa a comercialização em massa das suas obras e visam somente a criação de experiências entre som e imagem de modo a mexer com os sentidos de quem observa. Porém, os cineastas já têm em mente a comercialização, logo poucos não pensarão assim e, com surgimento do som no cinema, facilitando a “leitura” das suas obras, foram chamando a atenção do observador e com isso a adesão aos filmes sonoros tornou-se um “vírus”. Não digo também que este tipo de artistas só visem a comercialização, como já disse anteriormente, existem uns quantos que não o fazem. Também existem artistas que querem trabalhar o som de forma mais “abstracta”, jogando com sons e fazendo as suas próprias experiências. Muitos querem realçar algumas cenas de modo a torná-las mais dramáticas e recorrem ao som de modo a criar esse efeito.</p>
<p>O aparecimento do som no cinema facilitou a leitura das imagens e, de certo modo, tornou-nos mais preguiçosos nesse campo, na medida em que poderíamos imaginar a voz ou o som da acção que estava a decorrer perante nós, assim como poderíamos imaginar a o tom do som emitido. Apesar disso, podemos, agora, retirar o som de um filme com a finalidade de tentar criar esse mesmo efeito, mas maior parte das pessoas ignoram essa possibilidade e preferem ter som a acompanhar um filme. Para além dessa facilidade de leitura o som trouxe e aumentou o campo de possibilidades de experiências, como o recurso à voz acusmática e ao “screaming point”, dos quais irei fazer referência no trabalho final, tendo em conta a sua importância no cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E. Sergei, P. Vsevolod e A. Grigori (2009) <em>Manifesto Contrapunto Sonoto</em></p>
<p>Disponível em:<br />
<a href="http://elllla.files.wordpress.com/2009/06/manifesto-contrapunto-sonoro.pdf">http://elllla.files.wordpress.com/2009/06/manifesto-contrapunto-sonoro.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C. Michel (&#8230;) <em>The voice in the cinema</em></p>
<p>Disponível em:</p>
<p><a href="../?page_id">http://ml.virose.pt/blogs/si_11/?page_id</a>=2</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>G. João Mário (…)  <em>A Percepção Sonora</em></p>
<p>Disponível em:</p>
<p><a href="../?page_id=2">http://ml.virose.pt/blogs/si_11/?page_id=2</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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