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	<title>Som e Imagem &#187; hernani ReisBaptista</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>Ver e Ouvir — Conexão e Desconexão</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 21:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hernani ReisBaptista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Para a maioria das pessoas a realidade compreende-se de som e imagem. A relação entre estes dois elementos permite uma percepção das coisas de uma forma equilibrada, encontrando simbioses que se moldam consoante as situações. A visão é, para a maioria, um sentido fulcral na relação com o espaço que o rodeia e não fugirá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a maioria das pessoas a realidade compreende-se de som e imagem. A relação entre estes dois elementos permite uma percepção das coisas de uma forma equilibrada, encontrando simbioses que se moldam consoante as situações.</p>
<p>A visão é, para a maioria, um sentido fulcral na relação com o espaço que o rodeia e não fugirá muito da verdade afirmar que, com a evolução do Homem e dos tempos, encontramos uma dependência quase cega pela imagem. A exploração desta na sociedade atinge parâmetros elevados e com ela o som encontra paralelo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De que forma lidamos e interagimos com o espaço envolvente se um destes dois factores forem anulados? De que maneira nos adaptamos as diferentes situações se a visão ou a audição estiverem incapacitadas? Encontramos outras formas de experiênciar essa mesma situação? Poderemos nós fruir plenamente de uma obra de arte sem a visionarmos no seu elemento mais restricto? Mas não estaremos nós a ser &#8220;cegos&#8221; quando passamos uma vida inteira a conhecer um Rothko apenas por reproduções em livros e imagens da internet? Partindo do pressuposto que a maioria da população não possui tecnologia sonora de ponta, estaremos nós a experiênciar plenamente uma peça de Meredith Monk, apenas através de um excerto de um vídeo no You Tube? Obviamente que ficaremos ambientados à auras dessas obras, mas até que ponto é que realmente as experiênciamos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A conexão e desconecção entre som e imagem encontra-se em muitos factores. Um outro exemplo poderá incidir na ligação que encontramos no cinema; toda a gente conhece o famoso cinema mudo, mas até que ponto teremos noção do quão mudo era o cinema? o termo &#8216;mudo&#8217; neste caso, pode não encontrar literalidade quando inserido neste contexto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Partindo desta premissa, pretendo explorar e reflectir algumas formas que o ser humano encontra de percepcionar e interagir com a realidade, com particular incidência no campo da arte, mediante os dois elementos que sustentam o trabalho, — o som e a imagem. Não pretendo encontrar respostas para todas as minhas questões, procuro desenvolver reflexões que poderão, ou não, conduzir à resolução de determinadas indagações ou produzir, talvez, ainda mais interrogações.</p>
<p>&nbsp;</p>
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