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	<title>Som e Imagem &#187; Hugo Rocha</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>O som como reflexo da imagem</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 21:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hugo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito que nos filmes se usa o som para nos dar uma imagem de algo que muitas vezes não está lá. E o meu trabalho vai-se focar nisso mesmo, na análise de alguns filmes onde é evidente esse detalhe. Muitas vezes é o som de uma multidão, de um ambiente ou até uma determinada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito que nos filmes se usa o som para nos dar uma imagem de algo que muitas vezes não está lá. E o meu trabalho vai-se focar nisso mesmo, na análise de alguns filmes onde é evidente esse detalhe.</p>
<p>Muitas vezes é o som de uma multidão, de um ambiente ou até uma determinada música que nos leva a pensar que algo está por perto ou que está algo prestes a acontecer e esses mesmos sons dão-nos uma determinada imagem. É uma das magias do cinema, o mostrar-nos uma coisa  sem que ela tenha de necessariamente lá estar.</p>
<p>Esta é já uma técnica usada desde os primeiro filmes, no inicio eram as orquestras a ajudar no desenrolar da narrativa criando os momentos intensos de suspense.</p>
<p>Passando agora aos filmes mais concretamente, um dos casos onde é usada a música é no “Casablanca”, por exemplo sempre que Rick e Ilsa estão juntos a música “As time goes by”  acompanha o par. Se víssemos o filme de olhos fechados facilmente reconheceríamos o momento em que o casal está junto.</p>
<p>As novelas tornaram-se peritas neste aspecto pois cada par romântico tem a sua música sendo facilmente identificáveis.</p>
<p>No que diz respeito à ilusão de público ou multidão um grande filme onde está patente este aspecto é o “Processo de Joana d’Arc ”.</p>
<p>Quando a história começa ela está presa numa cela do Castelo Rouen. Foi capturada pelos soldados franceses e vendida aos ingleses a preço de ouro; é levada a um tribunal composto essencialmente por membros da universidade anglófila de Paris e presidida pelo bispo Cauchon. O filme retrata o julgamento de Joana d’ Arc por isso passa-se durante um boa parte do tempo no tribunal e é neste tribunal que mais se sente a ilusão de multidão, mas esta multidão nunca aparece durante o filme, no entanto, sempre que Joana sai do tribunal ouvem-se vozes que gritam “morte à bruxa”, vozes essas que não têm um emissor especifico, o mesmo acontece quando ela se dirige para a fogueira, pois parece existir uma multidão entusiasmada com aquele momento que nunca chega a aparecer.</p>
<p>Basicamente o meu trabalho vai-se centrar nesta temática, e estes foram apenas dois exemplos do que vai ser analisado. O título do trabalho ainda não está definido, mas será qualquer coisa do género: “O Som como parte da imagem” ou “O Som como reflexo da Imagem”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bibliografia:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gardies, René, &#8220;Compreender o Cinema e as Imagens&#8221;, Texto e Grafia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Julier, Laurent, &#8220;El sonido en el cine&#8221;, Barcelona, Editorial Paidós, 2007</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chion, Michel, &#8220;A Audiovisão&#8221;, Texto e Grafia, 2011</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Material Audiovisual:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bresson, Robert, &#8220;Procès de Jeanne d&#8217;Arc&#8221;, 1962, França</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Curtiz, Michael, &#8220;Casablanca&#8221;, 1942, EUA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lang, Fritz, &#8220;M&#8221;, 1931, Alemanha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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