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	<title>Som e Imagem &#187; sugestões</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>Ciclo Boris Lehman _ 1 a 8 de Junho</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 20:59:34 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais info aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.virose.pt/blog/atelier1multimedia/wp-content/uploads/2011/05/flyer_email-012.jpg"><img title="flyer_email-01" src="http://www.virose.pt/blog/atelier1multimedia/wp-content/uploads/2011/05/flyer_email-012-300x151.jpg" alt="" width="300" height="151" /></a></p>
<p>Mais info <a href="http://multiplex2011.ulp.pt/programa.htm">aqui</a>.</p>
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		<title>Ciclo GODARD no Campo Alegre</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 16:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ml</dc:creator>
				<category><![CDATA[sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[O cinema nunca mais foi o mesmo desde que, em 1960, estreou a primeira longa metragem de Jean-Luc Godard, A BOUT DE SOUFFLE / O ACOSSADO. “Hoje sabemos que nada ficou igual. ‘À Bout de Souffle’, como ‘The Birth of a Nation’ de Griffith ou o ‘Citizen Kane’ de Orson Welles, deixou o cinema diferente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema nunca mais foi o mesmo desde que, em 1960, estreou a primeira longa metragem de Jean-Luc Godard, A BOUT DE SOUFFLE / O ACOSSADO. “Hoje sabemos que nada ficou igual. ‘À Bout de Souffle’, como ‘The Birth of a Nation’ de Griffith ou o ‘Citizen Kane’ de Orson Welles, deixou o cinema diferente, há um antes e há um depois”, escreveu o crítico e programador da Cinemateca, Luís Miguel Oliveira (Público, 4.3.2011). E concluía: “[o filme que foi] o momento decisivo de Godard foi também um momento decisivo no cinema e nas artes do século XX.”</p>
<p>“Triunfo a todos os títulos, crítico e público”, A BOUT DE SOUFFLE / O ACOSSADO, marca o regresso das Terças-feiras Clássicas do Teatro do Campo Alegre, a 31 de Maio, com o ciclo CINQ FOIS GODARD – LES ANNÉES 60, em que serão exibidos cinco filmes seminais do realizador, todos dos anos 60, uma década que atravessou “como uma verdadeira ‘pop star’” (ib). Seguir-se-ão LE MÉPRIS / O DESPREZO, a 7 de Junho, PIERROT LE FOU / PEDRO, O LOUCO, a 14, MASCULIN FÉMININ / MASCULINO FEMININO a 21, e 2 OU 3 CHOSES QUE JE SAIS D’ELLE / 2 OU 3 COISAS SOBRE ELA, a 28.</p>
<p><img title="More..." src="http://ml.virose.pt/blogs/at_11/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-364"></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span><img src="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc6/254012_10150196335834775_186944019774_7254507_7121836_n.jpg" alt="" /></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Teatro do Campo Alegre</span></p>
<p>Terças-feiras Clássicas do Teatro do campo Alegre</p>
<p>Bilhetes &gt; 3,50 euros</p>
<p>CINQ FOIS GODARD – LES ANNÉES 60</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">31 Maio, 22h</span></p>
<p>O ACOSSADO / À BOUT DE SOUFFLE</p>
<p>um filme de Jean-Luc Godard</p>
<p>com Jean Seberg, Jean-Paul Belmondo, Jean-Luc Godard, André S. Labarthe</p>
<p>França, 1960</p>
<p>«Como é que começa <span style="text-decoration: underline;">aqui</span> uma obra? Porque, trinta anos depois e mais de quarenta filmes passados, <span style="text-decoration: underline;">sabemos</span> que começou aqui uma obra.</p>
<p>Sabemos também que, de algum modo, essa obra vem do cinema americano. Mas é esse o modo que <span style="text-decoration: underline;">importa</span> ver e rever. Se <span style="text-decoration: underline;">A Bout de Souffle</span> cita explicitamente o espaço do filme negro, procurando confirmá-lo ou ampliá-lo, se o filme negro começa por ser uma arquitectura de olhares e desejos que tendem a encerrar-se no fascínio guardado da sua própria lógica (hoje apenas visível, quer dizer, filmável, na medida em que é possível abri-la para outras lógicas, nomeadamente a da escrita: recorde-se <span style="text-decoration: underline;">Hammett</span>, de Wim Wenders), se, enfim, tudo isso trabalha para uma sedução do espectador que radica na sua exterioridade em relação ao dispositivo que lhe é oferecido como espectáculo, se tudo isso é verdade, então <span style="text-decoration: underline;">A Bout de Souffle</span> começa por ser um filme negro rasgado na sua evidência mais clássica.</p>
<p>E é a fissura do(s) olhar(es) que o perturba desde o início. No primeiro plano do filme, Michel/Belmondo diz: <span style="text-decoration: underline;">Après tout, je suis con. Après tout, si… il le faut. Il faut.</span> Mas ele não é ainda um olhar, nem mesmo um corpo: e a um jornal com uma <span style="text-decoration: underline;">pin-up</span> que temos direito. O jornal baixa e ele parece olhar-nos pelo canto do olho, distante, porventura desconfiado. No último plano, Patricia/Seberg, depois de escutar as palavras finais de Michel vira-se claramente para nós e pergunta: <span style="text-decoration: underline;">Qu’est-ce que c’est: dégueulasse?</span></p>
<p>Este mundo a que, por hora e meia, chamamos filme está, portanto, de princípio a fim, marcado pela singularidade do seu trajecto (de olhares).»</p>
<h2>Jean-Luc Godard (catálogo da Cinemateca Portuguesa, 1985)</h2>
<p><span style="text-decoration: underline;">7 Junho, 22h</span></p>
<p>O DESPREZO / LE MÉPRIS</p>
<p>um filme de Jean-Luc Godard</p>
<p>com Brigitte Bardot, Michel Piccoli, Jack Palance, Fritz Lang, Jean-Luc Godard</p>
<p>França, 1963</p>
<p>«Sejam quais forem os títulos que Godard vá acrescentando à sua filmografia, <span style="text-decoration: underline;">Le Mépris</span> parece destinado a permanecer como uma referência dominante na primeira fase da sua obra, digamos a que termina em <span style="text-decoration: underline;">Pierrot le Fou.</span> E é fácil perceber porquê: se, desde <span style="text-decoration: underline;">À Bout de Souffle</span>, era óbvio que o seu trabalho integrava referências diversas ao universo do cinema, em especial do cinema americano, é com <span style="text-decoration: underline;">Le Mépris</span> que Godard coloca directamente em cena o <span style="text-decoration: underline;">cinema no trabalho</span>. E pertencem já a um certo universo mítico da cinefilia confirmada pela Nova Vaga personagens como Camille e Paul, o par assumido por Bardot e Piccoli, e sobretudo o cineasta Fritz Lang interpretado pelo próprio.»</p>
<h2>Jean-Luc Godard (catálogo da Cinemateca Portuguesa, 1985)</h2>
<p><span style="text-decoration: underline;">14 Junho, 22h</span></p>
<p>PEDRO, O LOUCO / PIERROT LE FOU</p>
<p>um filme de Jean-Luc Godard</p>
<p>com Jean-Paul Belmondo, Anna Karina , Samuel Fuller</p>
<p>França, 1965</p>
<p>«Para muita gente, a relação com Godard começou em <span style="text-decoration: underline;">Pierrot le Fou</span>. No caso português, por exemplo, este foi o primeiro filme de longa-metragem a cá chegar, tendo sido necessário esperar cinco anos para ver o segundo (<span style="text-decoration: underline;">À Bout de Souffle</span>, em 1970) Talvez por isso, a imagem de Godar-poeta-anarquizante-das-formas é, ainda hoje, tão intensa e tão corrente. Porque ele filmava aqui o desespero caótico de um herói condenado ao patético de uma morte desastrada – as palavras de Federico Garcia Lorca surgem, aqui, desqualificadas do fundo histórico que as gerou: Ah! Quelles terribles cinq heures du soir! Le sang, je ne veux pás le voir! – julgou-se e transmitiu-se muitas vezes a ideia de que Godard vivia ( e os seus filmes com ele) da habilidade mais ou menos provocatória de baralhar os dados comuns da comunicação em cinema, servindo-os em novos arranjos mais ou menos circunstanciais e arbitrários.</p>
<p>Ora, se é evidente que <span style="text-decoration: underline;">Pierrot le Fou</span> participa de uma imensa vontade libertadora em relação aos códigos mais agressivos de estandardização da comunicação, importa sublinhar o que nele é sempre rigor de elaboração, quer dizer, inviolabilidade dos arranjos formais, mesmo (ou sobretudo) no interior da mais delirante criatividade formal.»</p>
<h2>Jean-Luc Godard (catálogo da Cinemateca Portuguesa, 1985)</h2>
<p><span style="text-decoration: underline;">21 Junho, 22h</span></p>
<p>MASCULINO FEMININO / MASCULIN FÉMININ</p>
<p>um filme de Jean-Luc Godard</p>
<p>com Jean-Pierre Léaud, Chantal Goya, Marlène Jobert ; Brigitte Bardot, Françoise Hardy</p>
<p>França, 1966</p>
<p>« Vê-se Léaud neste filme, meio dominador meio dominado numa história de triângulos ou quadrados de amores não correspondidos, e é como se Godard inventasse, não um duplo ou uma projecção sua, mas um “amigo”, um amigo cinematográfico, alguém com quem se pudesse relacionar. A escolha de Jean-Pierre Léaud, no seu primeiro filme com Godard [tinha tido apenas uma pequena aparição em “Pierrot le Fou”] sugere-o bem: Léaud era Antoine Doinel, o “amigo cinematográfico” de Truffaut.</p>
<p>Apesar do seu “modo sociológico” perfeitamente declarado (é neste filme que está a célebre tirada sobre os “filhos de Marx e da Coca Cola”) “Masculino Feminino” não envelheceu uma ruga e hoje, se possível, é ainda melhor do que era em 1966.»</p>
<p>Luís Miguel Oliveira, Público</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">28 Junho, 22h</span></p>
<p>2 OU 3 COISAS SOBRE ELA / 2 OU 3 CHOSES QUE JE SAIS D’ELLE</p>
<p>um filme de Jean-Luc Godard</p>
<p>com Marina Vlady, Anny Duperay, Claude Miller</p>
<p>França, 1967</p>
<p>«Se, uns anos mais tarde, com os filmes do Grupo Dziga Vertov, Godard enfrentou a consequência política extrema destas dúvidas – como dizer eu historicamente?  &#8211; pode considerar-se que <span style="text-decoration: underline;">Deux ou trois Choses que je sais d’elle</span> é o momento em que se atravessa um estado incontornável no acesso àquela pergunta: o da decomposição da personagem cinematográfica. Pode invocar-se que, desde muito cedo, o cinema de Godard é isso mesmo, quer dizer, um processo em que o estatuto clássico de personagem vai sendo ferido pelas mais diversas ficções. Neste caso, no entanto, esse processo cristaliza numa forma singular: alguém (Juliette, por exemplo) que já não vemos como simples efeito de identidade fictícia (aliás, em dois planos do início, a voz off, precisamente, vai citá-la como Mariana Vlady e Juliette Janson) frente a uma voz que, por assim dizer, ainda não é personagem.»</p>
<h2>Jean-Luc Godard (catálogo da Cinemateca Portuguesa, 1985)</h2>
<p><strong><a title="blocked::http://www.medeiafilmes.com/" href="http://www.medeiafilmes.com/">www.medeiafilmes.com</a></strong></p>
<p><a href="http://www.clapfilmes.pt/">www.clapfilmes.pt</a></p>
<p>RESERVA DE BILHETES POR TELEFONE: Teatro do Campo Alegre 22 606 30 00</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>IMITATION OF LIFE de Douglas Sirk</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 16:53:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[O Clube Português de Cinematografia &#124; Cineclube do Porto apresenta no dia 31 de Março (quinta-feira) às 22h, a sua próxima sessão regular no Cinema Passos Manuel: IMITATION OF LIFE de Douglas Sirk EUA &#124;1959 &#124; Ficção &#124; 35mm &#124; cor &#124; 125’ Sinopse: A aspirante a actriz Lora Meredith conhece acidentalmente Annie Johnson, uma mulher negra sem casa e decide partilhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Clube Português de Cinematografia | Cineclube do Porto apresenta no dia 31 de Março (quinta-feira) às 22h, a sua próxima sessão regular no Cinema Passos Manuel:</p>
<p>IMITATION OF LIFE de Douglas Sirk</p>
<p>EUA |1959 | Ficção | 35mm | cor | 125’<span id="more-68"></span></p>
<p><img class="aligncenter" title="More..." src="http://ml.virose.pt/blogs/at_11/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437165220438453154" class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_E3heCbmOMMc/S3Sw9e1Xq6I/AAAAAAAABQo/0k1r5PkgHr0/IMITATION_OF_LIFE-0.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437165216425883762" class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_E3heCbmOMMc/S3Sw9P4suHI/AAAAAAAABQg/rM7CAPRq0eg/IMITATION_OF_LIFE-1.jpg" border="0" alt="" width="550" height="305" /></p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437165210558282706" class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_E3heCbmOMMc/S3Sw86BwO9I/AAAAAAAABQY/_hwurKzhfjQ/IMITATION_OF_LIFE-2.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437165203738085762" class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_E3heCbmOMMc/S3Sw8gnsSYI/AAAAAAAABQQ/sYo7GzXaQlY/IMITATION_OF_LIFE-3.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5437165200263705922" class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_E3heCbmOMMc/S3Sw8TrVdUI/AAAAAAAABQI/OwcP1XYedls/IMITATION_OF_LIFE-4.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>Sinopse:</p>
<p>A aspirante a actriz Lora Meredith conhece acidentalmente Annie Johnson, uma mulher negra sem casa e decide partilhar o seu pequeno apartamento com ela em troca de Annie cuidar da sua filha de 6 anos. Annie também tem uma filha da mesma idade, Sarah Jane, que, por ser filha de mãe negra e pai branco, tem uma pele muito clara e tudo faz para passar por uma menina branca. Lora é ambiciosa na sua carreira e acaba por dar pouca atenção à filha. A sorte acaba por mudar para Lora Meredith que se torna uma actriz famosa, mas infeliz no amor. Sarah Jane continua a dar problemas em casa até que decide fugir por vergonha de ter uma mãe negra.</p>
<p>Trailer: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KH9xwaEBPsI">http://www.youtube.com/watch?v=KH9xwaEBPsI</a></p>
<p>Público Geral: 3,50€</p>
<p>Sócios CCP: 1€</p>
<p>Se desejar não receber mais informações do Clube Português de Cinematografia &#8211; Cineclube do Porto, devolva-nos, por favor, uma mensagem para este endereço com a palavra &#8220;REMOVER&#8221; na linha de assunto. Esta mensagem é enviada nos termos do artigo 22.º do DL 7/2004 de 7 de Janeiro relativa a &#8220;Comunicações Electrónicas não Solicitadas”. Por razões ambientais, pense sempre antes de imprimir este e-mail.</p>
<p>________</p>
<p>Clube Português de Cinematografia | Cineclube do Porto</p>
<p>e-mail:<a href="mailto:ccp@cineclubedoporto.pt">ccp@cineclubedoporto.pt</a></p>
<p><a href="http://cineclubedoporto.wordpress.com/">http://cineclubedoporto.wordpress.com</a></p>
<p>Horário Secretaria: Sábado | 15h00 &#8211; 18h00</p>
<p>&nbsp;</p>
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