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	<title>Som e Imagem &#187; antonioataide</title>
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		<title>DRAFT &#8211; DEREK JARMAN</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 12:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antonioataide</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A relação com o que vemos e o que sabemos é durante todo o tempo e todos os processos desequilibrada e claramente difusa. Ainda que a célebre citação de São Tomé &#8220;Só acredito no que vejo&#8221; se tenha tornado matéria do dia-a-dia, o seu significado é paradoxal e assenta no totalitarismo de um só sentido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A relação com o que vemos e o que sabemos é durante todo o tempo e todos os processos desequilibrada e claramente difusa. Ainda que a célebre citação de São Tomé &#8220;Só acredito no que vejo&#8221; se tenha tornado matéria do dia-a-dia, o seu significado é paradoxal e assenta no totalitarismo de um só sentido humano para percepção do que o envolve. Assim, não é de estranhar que na cultura em que nos inserimos seja absolutamente clara a preferência e orientação para a produção, recolha e entendimento sob a forma de imagem, e não tanto som. A imagem é o começo. Mas uma teoria que apresenta de um modo narrativo e tão progressivo a assimilação de conhecimento, creio eu, estará destinada a implodir.<br />
Para uma pesquisa mais aprofundada destes fenómenos e questões presentes em cada peça ou objecto de imagem ou som de qualquer ordem, escolhi a filmografia do realizador britânico Derek Jarman (1942-1994). Além de conhecido por filmes como Jubilee, Caravaggio, War Requiem, The Garden e Blue, Jarman conquistou destaque pela sua colaboração na produção de imagens para bandas na década de 80, como Pet Shop Boys, Patti Smith, Bryan Ferry, The SMiths, Suede e Marianne Faithfull, para citar alguns.<br />
Interessou-me a forma como nas suas obras a massa de som é como que sensorialmente equilibrada à massa de imagem, sem que uma pareça estar num lugar de dominância sobre a outra, ambas moldadas parcelarmente na produção de uma experiência conjunta, entre detalhes diegéticos e não-diegéticos que se confundem progressivamente.</p>
<p>Antonio Ataide</p>
<p>Bibliografia até agora<br />
Expanded Cinema &#8211; Gene Youngblood, (1970)<br />
El Sonido en el Cine &#8211; Laurent Jullier, (2006)<br />
The Archaeology of Sound: Derek Jarman&#8217;s Blue and Queer Audiovisuality in the Time of AIDS &#8211; Jacques Khalip, (2010)</p>
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