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	<title>Som e Imagem &#187; Susana Pinto</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2011/2012]</description>
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		<title>A experiência sensorial com Alva Noto e com outros&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 22:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Susana Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Como compreeendemos a obra de arte que diz respeito a vários sentidos? Vemos primeiro e depois ouvimos , ou ouvimos primeiro e depois vemos? Ou vemos e ouvimos em simultâneo, previligiando um ou outro de acordo com a nossa disponibilidade de percepção? E o pensamento, não será também um sentido? E o corpo não sente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como compreeendemos a obra de arte que diz respeito a vários sentidos? Vemos primeiro e depois ouvimos , ou ouvimos primeiro e depois vemos? Ou vemos e ouvimos em simultâneo, previligiando um ou outro de acordo com a nossa disponibilidade de percepção? E o pensamento, não será também um sentido? E o corpo não sente de uma forma táctil, mesmo sem tocar?</p>
<p>Enquanto o olho percepciona o espaço, o ouvido percepciona o tempo. O som existe num contínuo absoluto, impossível de parar ou de anular. Mesmo em espaços mais recônditos ,  grutas , cápsulas ou câmaras de ressonância, …., prevalece o som, até mesmo podendo  reduzir-se à circulação sanguínea do corpo (John Cage). Aceitamos o espaço visivel mas perdemos o espaço percebido pelo som. Logo é criada uma <strong>sensação de desorientação</strong>.</p>
<p>Será o som dependente da imagem? Conseguimos aceitar essa desorientação de uma forma inversa? em que deixamos de ver e só ouvimos?</p>
<p>Vasco Pimentel diz-nos &#8220;eu ouço sons que vocês não ouvem e não ouço sons que vocês ouvem&#8221;. Será que vê os sons que ouve? Será que ouve sons através das imagens que vê? O som tem materialidade? Tem cor? As imagens têm som? Os sons têm imagem? E o silêncio ?</p>
<p>O silêncio para John Cage não é acústico, é uma mudança na mente, é um dar a volta. Não será antes uma sensação de desorientação?</p>
<p>A sincronia das imagens que vemos com o som que ouvimos dá-nos a melodia, a consonância, o convencionado, e tira lugar à imaginação, ao alargamento do campo e à potencialização da criatividade. É na <strong>sincronização dos sentidos </strong>de quem percepciona a obra, que se encontra o contraponto, a polifonia, a sinestesia. Se assim for, o espectador só tem disponibilidade de percepcionar a obra visual e Sonora se for capaz de sincronizar os sentidos. Como se pode medir essa sincronia? Quais são as variáveis implicitas nesta experiência para além da disponibilidade ou capacidade pessoal de visao e de audição?</p>
<p>O contexto  leva o som a parecer-se com ….   No contexto da sound art, Max Neuhaus dizia “e que tal por isto no teu enquadramento perceptivo?” O quando e o onde se vê e se ouve, tornam a obra muito específica. Max usava a técnica inquisitiva, para levar o espectador para um novo lugar, para atingir uma nova percepção de lugar. Max tenta-nos fazer atingir uma nova percepção sinestésica onde o nosso corpo emerge, há uma emersão do espectador.</p>
<p>Bibliografia e filmografia</p>
<p>Grilo, João Mário, As lições do cinema, ediçoes colibri, 2007</p>
<p>Chion, Michel, La audiovisión,ediciones Paidós Ibérica, 1993</p>
<p>Cage, John, <a href="http://johncage.org/autobiographical_statement.html">http://johncage.org/autobiographical_statement.html</a>, 15-03-2012</p>
<p>Noto, Alva, http://www.alvanoto.com, 25-04-2012</p>
<p>Safran,Yehuda E., acerca de Max Neuhaus, txt 2012</p>
<p>Gomes, Miguel, Aquele querido mês de Agosto,2008</p>
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