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	<title>Som e Imagem &#187; aulas extra</title>
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	<description>Miguel Leal – FBAUP [2010/2011]</description>
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		<title>Sessão Extra SI &#8211;  colectivo SOOPA &#8211; 3ª feira, 17 de Maio, às 17.30</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 21:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ml</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projecção de filme e conversa sobre o livro do colectivo SOOPA, dia 17 de Maio, às 17h30 na Aula Magna da FBAUP. ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: Projecção de filme e conversa sobre o livro do colectivo SOOPA, dia 17 de Maio, às 17h30 na Aula Magna da FBAUP. A SOOPA é uma plataforma musical e artística de âmbito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projecção de filme e conversa sobre o livro do colectivo SOOPA, dia 17 de Maio, às 17h30 na Aula Magna da FBAUP.</p>
<p>:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Projecção de filme e conversa sobre o livro do colectivo SOOPA, dia 17 de Maio, às 17h30 na Aula Magna da FBAUP.</span></p>
<p>A SOOPA é uma plataforma musical e artística de âmbito internacional, sediada no Porto, com características multicéfalas e proteiformes.</p>
<p>É simultaneamente um colectivo de artistas e investigadores, um laboratório sonoro e visual, uma entidade programadora de concertos e performances, e uma editora discográfica e publicadora, abordando temas como: territórios negativos, ficção científica artesanal, culturas tradicionais fabricadas, mapeamento de territórios invisíveis, zombiismo eléctrico, fenómenos transfiguradores, ruínas de hip-hop, selvas internas, o Mundo de cristal, chaos-rock, prismas de luz radial, Interception Dub, animismo radio-magnético, subgraves telúricos, cosmonautas mortos em órbita, agentes-fantasma, labirintos de vidro, Jazz-trash, ressonâncias do Arcaico, coros espectrais.</p>
<p>Este universo é transversalmente povoado por um conjunto recorrente de entidades, bandas e projectos, numa estrutura colaborativa em rede que, alicerçada na cidade do Porto, se multiplica a uma escala internacional, envolvendo artistas das mais diversas áreas estéticas e geográficas.</p>
<p>Parte significativa do percurso e cosmologia da SOOPA na última década estão de agora em diante arquivados num livro contendo ensaios sobre temas centrais ao seu trabalho, bem como iconografia, entrevistas e fotos.</p>
<p>A acompanhar este livro está um DVD de cujo elenco fazem parte bandas como F.R.I.C.S., HHY &amp; The Macumbas, United Scum Soundclash e Mécanosphère, e músicos como Gustavo Costa, Scott Nydegger, Jonathan Saldanha, Benjamin Brejon, João Martins, Filipe Silva, Henrique Fernandes e João Filipe, ou ainda colaboradores da SOOPA como Rafael Toral, Mark Stewart, Adolfo Luxúria Canibal, Raz Mesinai, José Cid, Steve Mackay e Carlos Zíngaro, contendo mais de uma hora de concertos e entrevistas.</p>
<p>________________________________</p>
<p>Organização: SOOPA em colaboração com Artes Plásticas – Multimédia.<br />
________________________________<span id="more-339"></span><a href="http://ml.virose.pt/blogs/si_11/wp-content/uploads/2011/05/DSC_0304-x.jpeg"><img class="size-full wp-image-341 alignleft" title="DSC_0304-x" src="http://ml.virose.pt/blogs/si_11/wp-content/uploads/2011/05/DSC_0304-x.jpeg" alt="" width="623" height="930" /></a></p>
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		<title>Aula Extra de Som e Imagem &#8211; 3.05.2011 &#8211; 18.30</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 21:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ml</dc:creator>
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		<description><![CDATA[______________________________ Conferência de Scanner &#8220;How to make art out of life (with help of ghosts)&#8221; Aula Magna da FBAUP, 3ª Feira, 3 de Maio de 2011, às 18.30 Entrada livre ________________________________ Organização: Artes Plásticas &#8211; Multimédia, em colaboração com a Fundação de Serralves (no âmbito do programa Colaborações/Improvisações) ________________________________ O artista britânico Scanner (Robin Rimbaud) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>______________________________</p>
<p>Conferência de <strong>Scanner</strong></p>
<p>&#8220;How to make art out of life (with help of ghosts)&#8221;</p>
<p><strong>Aula Magna da FBAUP, 3ª Feira, 3 de Maio de 2011, às 18.30</strong></p>
<p>Entrada livre<br />
________________________________</p>
<p>Organização: Artes Plásticas &#8211; Multimédia, em colaboração com a Fundação de Serralves (no âmbito do programa Colaborações/Improvisações)<br />
________________________________</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-112" title="Scanner_by_Averchenko300" src="http://ml.virose.pt/blogs/si_11/wp-content/uploads/2011/04/Scanner_by_Averchenko300-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /><br />
O artista britânico Scanner (Robin Rimbaud) atravessa o território experimental que se situa entre o som, o espaço, a imagem e a forma criando peças sonoras absorventes e com várias camadas, que levam a tecnologia por caminhos não convencionais. Desde o seu controverso trabalho em que usava conversas ao telemóvel, até às peças focadas na procura do ruído oculto das metrópoles modernas enaquanto símbolo do lugar onde os sentidos escondidos e os contactos perdidos emergem, as suas explorações no território sonoro experimental granjearam-lhe admiração internacional de, entre outros, Bjork,Aphex Twin e Stockhausen. O seu trabalho em design sonoro pode ser ouvido em contextos tão diversos um Museu da Ciência, um despertador da Philips ou uma buzina de um automóvel norte-americano.</p>
<p>Scanner tem colaborado com artistas de várias àreas: músicos como Bryan Ferry, Radiohead e Laurie Anderson, as companhias de dança Royal Ballet, MerceCunningham e Ramdom Dance, compositores como Michael Nyman e Luc Ferrari ou artistas como Steve McQueen, Mike Kelley, Derek Jarman, Carsten Nicolai e Douglas Gordon.</p>
<p>Scanner tem igualmente desenvolvido trabalho no campo da arte sonora. A obra “Sound Surface” criada com Stephen Vitiello em 2004 foi o primeiro trabalho de arte sonora comissariado pela Tate Modern.<br />
Actualmente, é também guitarrista da banda Githead, liderada por Colin Newman e Malka Spigel.</p>
<p><a href="http://www.scannerdot.com/">www.scannerdot.com</a></p>
<p><a href="http://ml.virose.pt/blogs/si_11/wp-content/uploads/2011/04/RS_postal_v6.pdf" target="_blank">Convite/postal_v6</a></p>
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		<title>Ciclo de cinema MM: THEO ANGELOPOULOS</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 12:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ml</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sugestões]]></category>

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		<description><![CDATA[THEO ANGELOPOULOS &#8211; O ÚLTIMO MODERNISTA: O PASSADO COMO HISTÓRIA, O FUTURO COMO FORMA. Numa colaboração da Medeia Filmes com a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas e Artes Plásticas – Multimédia), terá lugar, de 17 a 23 de Março, o ciclo THEO ANGELOPOULOS &#8211; O ÚLTIMO MODERNISTA: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p>THEO ANGELOPOULOS &#8211; O ÚLTIMO MODERNISTA: O PASSADO COMO HISTÓRIA, O FUTURO COMO FORMA.</p>
<p>Numa colaboração da Medeia Filmes com a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas e Artes Plásticas – Multimédia), terá lugar, de 17 a 23 de Março, o ciclo THEO ANGELOPOULOS &#8211; O ÚLTIMO MODERNISTA: O PASSADO COMO HISTÓRIA, O FUTURO COMO FORMA, dedicado à obra do cineasta grego, com três dos seus filmes das últimas duas décadas e a estreia da sua nova obra, A POEIRA DO TEMPO.</p>
<p>TEATRO DO CAMPO ALEGRE</p>
<p>(17 a 23 de Março)<span id="more-46"></span></p>
<p><img title="More..." src="http://ml.virose.pt/blogs/ct_11/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><img title="More..." src="http://mpac.fba.up.pt/blog/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />O título do último filme de Theo Angelopoulos não podia adequar-se mais aos objectivos deste pequeno ciclo que agora lhe dedicamos. “A Poeira do Tempo”, assim se intitula, e corporiza, logo ali no título, uma espécie de enunciado programático daquilo que é fundamental no seu cinema: o tempo. O nosso ciclo, logo no título, chama a Angelopoulos o último modernista: o passado como História, o futuro como forma (numa apropriação de um texto a ele dedicado por Fredric Jameson). Ora, a atenção ao tempo, na nossa contemporaneidade, é dos elementos políticos mais determinantes. Num tempo em que o presente se apresenta como perpétuo, alheando-se declaradamente do passado e deixando-se voluntariamente contaminar pelo futuro, parece ser da maior importância pensar o tempo enquanto há tempo, como se intitulava um volume especial dedicado ao tema de uma revista de pensamento espanhola. O tempo em Angelopoulos é-nos oferecido atempadamente e em doses duplas, quer dizer, tanto em termos formais como em termos de significação. O realizador é um dos mais exímios utilizadores do plano-sequência, que nos presenteia em temporalidades alongadas e brilhantemente estruturadas. Veremos alguns dos mais fascinantes planos-sequência do cinema contemporâneo nos seus filmes, desde a belíssima sequência do casamento no “Passo Suspenso da Cegonha”, passando pela radicalidade do plano do assassinato colectivo pelas forças sérvias na margem do rio em Sarajevo no “O Olhar de Ulisses”, ou do não menos fascinante plano da fronteira engradada e intransponível em “A Eternidade e um Dia”. Contudo, todo o aparato formal, em Angelopoulos é acompanhado por um intenso e lúcido questionamento da História que adensa e aprofunda a sua relação com o mundo no sentido mais moderno, se quisermos, do termo, quer dizer, em contraste absoluto com a superficialidade a que hoje estamos habituados. Angelopoulos não vira a câmara aos problemas, pelo contrário, utiliza-a para nos mostrar — e esta é a sua possibilidade interventiva —, cruamente a realidade histórica em que vive e em que vivemos. O conjunto de temporalidades expandidas a que nos referimos no título do ciclo pretende, por isso, dar corpo a esta chamada de atenção que Angelopoulos nos propõe. Chamar a atenção para a atenção à chamada. É disso que se trata, mais uma vez. Assim tenhamos tempo.</p>
<p>«Pode dizer-se que Angelopoulos é um dos poucos realizadores que nos primeiros cem anos da história do cinema nos obriga a redefinir aquilo que sentimos que é o cinema e o que pode ser.» Andrew Horton</p>
<p>quinta, 17 Março, O PASSO SUSPENSO DA CEGONHA (1991) (sessão das 22h: apresentação do ciclo por Fernando José Pereira)</p>
<p>sexta, 18 Março, O OLHAR DE ULISSES (1994) sábado, 19 Março, A ETERNIDADE E UM DIA (1998) domingo,20 Março, A POEIRA DO TEMPO (2008) segunda,21 Março, A POEIRA DO TEMPO terça,22 Março, A POEIRA DO TEMPO quarta,23, A POEIRA DO TEMPO</p>
<p>(sessão das 22h seguida de debate)</p>
<p>Horário das sessões: 18h30 e 22h (excepto 22 Março, só 18h30) bilhetes 3,5 Euros</p>
<p>O PASSO SUSPENSO DA CEGONHA / TO METEORO VIMA TOU PELARGOU um filme de Theo Angelopoulos com Marcello Mastroianni, Jeanne Moreau, Gregory Karr</p>
<p>Argumento : Theo Angelopoulos, Tonino Guerra, Petros Markaris Grécia, 1991</p>
<p>Selecção Oficial, Cannes (1991)</p>
<p>Um jornalista é destacado para fazer a cobertura televisiva da situação dos refugiados albaneses, turcos e curdos numa cidade fronteiriça. De entre estes, o repórter repara num velho homem que julga ser um importante político grego desaparecido misteriosamente alguns anos atrás. De volta a Atenas, pede á viúva do político que o acompanhe no regresso à cidade para o ajudar na identificação do homem. A partir daqui, dá-se início a uma reflexão sobre a desumanidade das fronteiras&#8230;</p>
<p>«Lido com linhas divisórias, fronteiras, a mistura de línguas e de culturas nos dias de hoje, na tentativa de procurar um novo humanismo, um novo caminho.» Theo Angelopoulos</p>
<p>«Em “O Passo Suspenso da Cegonha”, Angelopoulos toca a “metarealidade&#8217;” na história turbulenta dos Balcãs no final de século. Angelopoulos, como um jornalista, vai atrás de uma história, atreve-se a levantar uma perna num exercício de “e se”, e regressa com imagens&#8230; que nos forçam a meditar, a uma luz mais clara, no conceito de fronteira e de território &#8211; geográficos, culturais, políticos e pessoais – eles fecham-se e abrem-se.»</p>
<p>Andrew Horton</p>
<p>O OLHAR DE ULISSES / TO VLEMMA TOU ODYSSEA um filme de Theo Angelopoulos</p>
<p>com Harvey Keitel, Maia Morgenstern, Erland Josephson, Yorgos</p>
<p>Michalakopoulos Argumento : Theo Angelopoulos, Tonino Guerra, Petros Markaris Grécia/ França/Itália,1994 Grand Prix, Cannes Film Festival (1995) FIPRESCI Award, Cannes Film Festival (1995) Felix Award, Best European Film of the Year (1995)</p>
<p>Um cineasta grego exilado nos Estados Unidos regressa à sua terra natal, Ptolemais, para a projecção do seu mais recente filme. Mas o interesse verdadeiro de A. reside na busca de três bobines lendárias do primeiro filme grego dos irmãos Manakis que, no começo do cinema, percorreram incansavelmente os Balcãs, gravando a história e os costumes da região, com um olhar longe dos conflitos étnicos de hoje. Essas imagens primitivas, jamais reveladas, existem realmente? E se existem, onde estão? Da Albânia à Macedónia, de Bucareste a Constança, descendo o Danúbio para o que era dantes a Jugoslávia, de Belgrado a Sarajevo, A. prossegue a sua busca do filme dos irmãos Manakis.</p>
<p>A ETERNIDADE E UM DIA / MIA AIONIOTITA KAI MIA MERA um filme de Theo Angelopoulos</p>
<p>com Bruno Ganz, Fabrizio Bentivoglio, Isabelle Renauld, Achileas Skevis</p>
<p>Argumento : Theo Angelopoulos, com a colaboração de Tonino Guerra, Petros Markaris</p>
<p>Grécia/ França/Itália,1998</p>
<p>Palma de Ouro &#8211; Cannes (1998) Prémio Ecuménico – Cannes (1998)</p>
<p>Alexandre vai dar entrada no hospital: &#8220;Quando as dores se tornarem insuportáveis&#8221;, tinha-lhe dito o médico. Entretanto arruma a casa. Prepara-se para deixar a velha casa à beira-mar onde sempre viveu. Encontra as cartas de Anna, a sua mulher, morta há muito, e apercebe-se do quanto ela o amava. As recordações começam a voltar como a maré-cheia. Nesse dia encontra um rapaz albanês, um emigrante ilegal que ele ajuda a passar a fronteira. E conta-lhe a história de um poeta grego que vivia em Itália e que, de volta à Grécia, comprava palavras às pessoas do povo para escrever poemas na sua língua materna. Agora é o rapaz que vende algumas palavras a Alexandre. Palavras que trazem Anna de volta, e, com ela, a vida. Tudo isto num único dia&#8230; e para a eternidade.</p>
<p>A POEIRA DO TEMPO / I SKONI TOU HRONOU um filme de Theo Angelopoulos com Willem Dafoe, Bruno Ganz, Michel Piccoli, Irène Jacob Argumento : Theo Angelopoulos, em colaboração com Tonino Guerra, Petros</p>
<p>Markaris Grécia/ França/Itália/Alemanha/Rússia,2008 Festival de Berlim, Selecção Oficial, Fora de Competição</p>
<p>Um realizador americano de ascendência grega, está a realizar um filme que conta a sua história e a dos seus pais. Um conto que se desenrola em Itália, Alemanha, Rússia, Cazaquistão, Canadá e E.U.A.. Uma história que é, ao mesmo tempo, uma grande viagem por acontecimentos dos últimos cinquenta anos que marcaram o século XX. As personagens no filme movimentam-se como num sonho e a poeira do tempo confunde as memórias. As memórias que o realizador procura e que acaba por viver no presente.</p>
<p>TEATRO DO CAMPO ALEGRE Rua das Estrelas, Porto – T: 22 606 3000</p>
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		<title>Aula Extra SI: 18.30 &#8211; 09.03.2011</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Feb 2011 23:10:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[aulas extra]]></category>

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		<description><![CDATA[Palestra de Marina Rosenfeld. 09.03.2011. Aula Magna, 18.30 Org. conjunta com a Fundação de Serralves Marina Rosenfeld é uma compositora e artista sediada em Nova Iorque. O seu trabalho tem sido apresentado na Europa e nos Estados Unidos, onde se incluem projectos a solo para a Whitney Biennial (Nova Iorque), a Bienal de Liverpool, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palestra de Marina Rosenfeld.</p>
<p>09.03.2011.</p>
<p>Aula Magna, 18.30</p>
<p>Org. conjunta com a Fundação de Serralves</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.marinarosenfeld.com/images/sheerfrost.jpg" alt="" width="420" height="274" /></p>
<div>
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<p>Marina Rosenfeld é uma compositora e artista sediada em Nova Iorque. O seu trabalho tem sido apresentado na Europa e nos Estados Unidos, onde se incluem projectos a solo para a Whitney Biennial (Nova Iorque), a Bienal de Liverpool, a bienal de performance Performa (Nova Iorque) , a Tate Modern (Londres) e o The Kitchen (Nova Iorque). Participou em festivais como o Ultima (Oslo), Donaueschingen Musiktage, Ars Electronica (Linz), Wien Modern (Viena), Maerz Musik (Berlim) ou Mutek (Montreal), entre outros. Colaborou com a Merce Cunningham Dance Company e editou discos com as chancelas Charhizma, Softl, Room 40 e Innova.</p>
</div>
</div>
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<div>Em1993 Rosenfeld criou a <em>Sheer Frost Orchestra</em>, uma performance que seguia uma partitura gráfica e interpretada por 17 mulheres com guitarras eléctricas e frascos de verniz para a s unhas. Esta performance é sempre realizada <em>in situ</em> por performers locais, não necessariamente com experiência musical.  É autora de outras obras de grande escala como   <em>Emotional Orchestra</em>, <em>WHITE LINES</em> e em 2008 estreou <em>Teenage Lontano</em>, a versão de Rosenfeld para a obra orquestral de Gyorgy Ligeti&#8217;s <em>Lontano</em> (1967), aqui para 34 vozes de um coro adolescente e um instalação de altifalantes suspensos.</div>
</div>
<div>
<div>No Porto, no âmbito do programa “Arte, Política, Globalização”, Marina Rosenfeld irá apresentar o projecto <em>Rainbow Gathering</em>, no dia 10 de Março no Mosteiro S. Bento da Vitória. Com ele propõe abordar de forma lúdica a contínua relevância do arco-íris para práticas utópicas &#8211; tanto políticas como estéticas -, ao juntar o simbólico e o sónico numa performance musical participativa. Esta peça convida membros da comunidade musical da zona metropolitana doPorto, de músicos pop a instrumentistas experimentais, a reunirem-se para formar uma estrutura sónica temporária – um arco-íris composto inteiramente de som – seguindo uma notação gráfica e integrando o seu próprio ‘fazer da música’, no âmbito de uma partitura electro-acústica criada pela artista. Usando instrumentos, voz, canções e som abstracto, o <em>rainbow gathering</em> (encontro arco-íris) de Rosenfeld pede aos participantes para se situarem dentro de um dado espectro de frequência e para ouvirem o seu vizinho.</div>
</div>
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<div>Em Abril irá apresentar um trabalho paralelo a <em>Rainbow Gathering</em> no Museum of Modern Art (MoMA), em Nova Iorque.</div>
</div>
<div>
<div><a href="http://www.marinarosenfeld.com/">www.marinarosenfeld.com</a></div>
</div>
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		<title>Aula Extra SI: 16h30 &#8211; 24.02.2011</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 19:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ml</dc:creator>
				<category><![CDATA[aulas extra]]></category>

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		<description><![CDATA[Conversa com Alexandre Estrela, quinta-feira, dia 24 de Fevereiro, às 16h30, no Auditório do Pavilhão Sul da FBAUP. Em paralelo, serão apresentadas na Galeria Cozinha da FBAUP, dia 24 e 25 de Fevereiro, duas instalações videográficas, intituladas Aquário e Gota, obras que integraram a exposição “UMA ILHA NO TECTO DO MUNDO” realizada por Alexandre Estrela em 2010, na MARZ – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; line-height: 16px; color: #404040;"> </span></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #202020; font-size: 12px; line-height: 21px; letter-spacing: 0.02em; padding: 0px;">Conversa com <span style="text-decoration: underline;">Alexandre Estrela</span>, quinta-feira, dia <span style="text-decoration: underline;">24 de Fevereiro, às 16h30</span>, no Auditório do Pavilhão Sul da FBAUP.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #202020; font-size: 12px; line-height: 21px; letter-spacing: 0.02em; padding: 0px;">Em paralelo, serão apresentadas na Galeria Cozinha da FBAUP, dia 24 e 25 de Fevereiro, duas instalações videográficas, intituladas <em>Aquário</em> e <em>Gota, </em>obras que integraram a exposição “UMA ILHA NO TECTO DO MUNDO” realizada por Alexandre Estrela em 2010, na MARZ – Galeria, em Lisboa.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #202020; font-size: 12px; line-height: 21px; letter-spacing: 0.02em; padding: 0px;"><a style="text-decoration: underline; color: #871f1f;" href="http://www.virose.pt/blog/atelier1multimedia/wp-content/uploads/2011/02/500.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-711" style="vertical-align: bottom; border: 0px initial initial;" title="500" src="http://www.virose.pt/blog/atelier1multimedia/wp-content/uploads/2011/02/500.jpg" alt="" width="410" height="277" /><br />
</a>Aquário, 2010<br />
<em>projecção vídeo, ecrã de vidro acrílico, papel, cor, som estéreo</em></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #202020; font-size: 12px; line-height: 21px; letter-spacing: 0.02em; padding: 0px;"><em><br />
</em></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #202020; font-size: 12px; line-height: 21px; letter-spacing: 0.02em; padding: 0px;"><em><a style="text-decoration: underline; color: #871f1f;" href="http://www.virose.pt/blog/atelier1multimedia/wp-content/uploads/2011/02/502.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-712" style="vertical-align: bottom; border: 0px initial initial;" title="502" src="http://www.virose.pt/blog/atelier1multimedia/wp-content/uploads/2011/02/502.jpg" alt="" width="410" height="342" /></a></em></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #202020; font-size: 12px; line-height: 21px; letter-spacing: 0.02em; padding: 0px;">Gota, 2010<br />
<em>projecção vídeo, ecrã em metal cor, som mono</em></p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; color: #202020; font-size: 12px; line-height: 21px; letter-spacing: 0.02em; padding: 0px;"><span style="color: #808080;">Alexandre Estrela (Lisboa, 1971) tem vindo, desde a década de 90, a desenvolver a sua produção artística no âmbito da arte experimental. O seu trabalho inicial, radicado nas estratégias conceptuais do vídeo enquanto meio, proporcionou a criação de uma linguagem visual própria. No presente, o seu trabalho remete para um questionamento constante da natureza perceptiva da imagem. Fez o mestrado em Artes Plásticas na School of Visual Arts, de Nova Iorque, e o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Também em Nova Iorque fez uma residência no International Studio and Curatorial Projects (2002-03). Actualmente reside em Lisboa, onde é professor de Audiovisuais na FBAUL desde 2004. Das exposições mais recentes destacam-se as mostras individuais “Viagem ao Meio” (ZDB, 2010), “Motion Seekness” (Culturgest, 2010), Inércia (Meet Factory, 2009), “Putting fear in its place” (Espaço Chiado 8, 2008), “Stargate” (Museu do Chiado, 2006), “Merda” (Centro Cultural Vila Flor, 2006) e “Shooting for a Second I” (ZDB, 2005). Entre outros projectos, mantém uma programação regular de cinema experimental no espaço “Oporto”, em Lisboa.</span></p>
<div><span style="color: #808080;"><br />
</span></div>
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